segunda-feira, maio 07, 2007
domingo, fevereiro 04, 2007

Mais um projecto de design para a Guezu Skateboards, desta feita para um sk8 longboard... já andam a rolar por aí... que esperas para encomendar o teu??
Mais informações em http://www.gezuskateboards.com/
domingo, dezembro 24, 2006
quinta-feira, agosto 17, 2006
segunda-feira, julho 24, 2006

Fui com a minha mãe desenhar para a esplanada e ganhei esta pérola da ilustração! Este será o primeiro da minha colecção de retratos desenhados por quem não tratar por tu um lápis. Apesar de tudo não se pode dizer que a Aurora minha mãe não tenha feito jus à minha figura. (Reparem na brancura da ameaçadora tripla de incisivos, foi um toque meu, ainda me resta algum amor próprio...)
segunda-feira, julho 03, 2006
segunda-feira, maio 29, 2006
sexta-feira, maio 05, 2006
Da esquerda para a direita, o Filipe, o Félix e o Carlos. Além de uma preciosa ajuda na resolução de problemas académicos, em concreto os fisíco-quimicos das artes gráficas, os dois personagens dos extremos são sempre eficazes em livrar (com elegância) a personagem do meio das mais complicadas situações, como se pode ver na foto supra... quarta-feira, maio 03, 2006
domingo, abril 23, 2006
Fora da cidade
Fora da cidade envelheço devagar dando por isso. Aqui no campo sou eu e o meu corpo também, juntos no esforço de revolver a terra mesmo sem propósito. Aqui no campo sou os dedos feridos e enregelados de andar em cima das oliveiras a cortar ramos selvagens. Sou o peso saudável nas costas ao final do dia. Em suma sou do outro lado do espelho uma imagem familiar, reconhecível.
Fora da cidade sou a gestão dos silêncios. Aqui no campo, uma casa de pedra é o meu sofá onde peso cada minuto passado, devagar, como na verdade o tempo se passa. Aqui no campo estou mais próximo do que sinto; a chuva não é triste, é o meu alimento, a noite não é uma angústia, é o repouso.
Fora da cidade envelheço devagar dando por isso. Aqui no campo sou eu e o meu corpo também, juntos no esforço de revolver a terra mesmo sem propósito. Aqui no campo sou os dedos feridos e enregelados de andar em cima das oliveiras a cortar ramos selvagens. Sou o peso saudável nas costas ao final do dia. Em suma sou do outro lado do espelho uma imagem familiar, reconhecível.
Fora da cidade sou a gestão dos silêncios. Aqui no campo, uma casa de pedra é o meu sofá onde peso cada minuto passado, devagar, como na verdade o tempo se passa. Aqui no campo estou mais próximo do que sinto; a chuva não é triste, é o meu alimento, a noite não é uma angústia, é o repouso.
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O Zito e o Diogo... Parece que o Zito não fica nada atrás do mestre nas artes do cálculo...











